Uma estratégia de reposição hormonal individualizada, com liberação prolongada e acompanhamento médico contínuo, definida a partir do perfil clínico, dos exames e das necessidades de cada paciente.
Os implantes hormonais são uma das possibilidades de reposição hormonal e podem ser indicados para pacientes selecionados após avaliação clínica e laboratorial.
Inseridos no tecido subcutâneo, promovem liberação gradual do hormônio durante determinado período, reduzindo a necessidade de administrações frequentes.
A indicação, a composição e a dose são individualizadas de acordo com sintomas, exames, objetivos terapêuticos e características de cada paciente.
Administração hormonal por período prolongado, sem a necessidade de aplicações frequentes.
Uma alternativa para pacientes que buscam reduzir a frequência de administrações durante a reposição hormonal.
Escolha do hormônio e da dose baseada na avaliação clínica, exames laboratoriais e necessidades de cada paciente.
Monitoramento clínico e laboratorial para avaliar resposta, segurança e necessidade de ajustes ao longo do tratamento.
Avaliação dos sintomas, histórico clínico e exames laboratoriais para determinar a indicação e definir a estratégia de reposição hormonal.
Definição do hormônio, dose e estratégia terapêutica de acordo com o perfil e as necessidades de cada paciente.
Procedimento realizado em ambiente adequado, sob anestesia local, por meio de pequena incisão para posicionamento subcutâneo do implante.
A evolução clínica e os exames laboratoriais são acompanhados para avaliar resposta ao tratamento e orientar a continuidade da estratégia hormonal.
A composição é definida individualmente após avaliação médica e laboratorial. Dependendo da indicação, podem ser utilizados hormônios como testosterona e estradiol, entre outras possibilidades terapêuticas, sempre com escolha e dose personalizadas para cada paciente.
A possibilidade de retirada depende do tipo de implante utilizado e deve ser avaliada individualmente. Por isso, indicação, substância, dose e características do implante são cuidadosamente definidas antes do procedimento.
Não. “Chip da beleza” é uma expressão popular e não representa adequadamente uma estratégia médica de reposição hormonal. Na nossa prática, implantes hormonais são considerados somente quando existe indicação clínica, após avaliação individualizada, exames laboratoriais e definição criteriosa da estratégia terapêutica.